Para quebrar esse pequeno "hiato" de publicações, venho aqui com um post de um mangá que comecei a ler recentemente e estou gostando bastante: REAL.
Capa do primeira volume.
Ando cheio de ideias para publicações no blog, mas sempre fica a dúvida de como desenvolvê-las, é complicado haha. Mas podem esperar uma postagem atualizada sobre o anime de Yu Yu Hakusho e uma sobre o mangá Blade - A lâmina do Imortal. O primeiro eu já fiz uma publicação, que é inclusive a mais popular do blog aparentemente (até porque o blog carrega o nome de uma técnica da obra hehe). Sobre ela, por diversos motivos não me agradou tanto o resultado final, já faz um tempo que a publiquei, li o mangá recentemente...enfim, há vários motivos para uma versão mais séria e atualizada. Já sobre Blade, eu venho querendo fazer tal publicação desde 2015, mas é um mangá que para mim é difícil desenvolver uma publicação bacana ainda, pretendo relê-lo e daí faço!
Continuando, sempre imaginei que minha primeira publicação do Inoue aqui no Blog seria sobre Vagabond, que foi um mangá de enorme impacto da minha vida, me passou vários ensinamentos, me deu mais interesse em Samurais, me introduziu mais ainda no mundo dos mangás...é um título que "amo muito". Mas aí está outro motivo para eu demorar MAIS para falar sobre, não posso cometer um erro ao falar de um título que gosto tanto...
Enfim, sem mais delongas, vamos falar sobre esse mangá chamado Real.
Real é um mangá um pouco diferente - é uma narrativa de um esporte (no caso o Basquete) com deficientes.
Takehiko Inoue, seu autor, já publicou um mangá desse esporte, que inclusive fez bastante sucesso, sendo o nono mangá mais vendido da história (falo de Slam Dunk).
Mas REAL não é só sobre Basquete. É uma história de superação, persistência e trabalho em equipe.
Os protagonistas da história - Tomomi Nomiya, Kiyoharu Togawa e Hisanobu Takahachi - da direita à esquerda.
"Hã? Como assim? Explique!"
Apesar de o plot do mangá centralizar-se no esporte, o que nos é mostrado é muito mais que isso.
Mas vamos por partes. O mangá tem três protagonistas, os quais citei nas imagens.
Como eles se ligam? A paixão por um esporte: o Basquete.
Tomomi Nomiya é o primeiro personagem apresentado para o leitor.
Fanático pelo esporte desde a infância, conhece diversos jogadores (inclusive todos seus penteados são em homenagem a algum). Jogava na equipe de sua escola como armador, estando em um nível de habilidade muito acima do restante da equipe. Acabou saindo da equipe por causa de seu temperamento agressivo, que resultava em muitas discussões com os outros membros do time.
Após 'largar' o basquete, sua vida começou a piorar. Apenas coisas ruins aconteciam, o desempenho escolar foi de mal a pior, e acabou desistindo depois de um episódio de impacto: uma noite resolveu dar uma saída e convidou uma garota aleatória que encontrou na rua para dar uma volta com ele de moto, e após um acidente, deixou-a paralítica.
Após isso começa a ficar se remoendo como culpado e sua vida se torna um caos.
Kiyoharu Togawa, aparece logo no primeiro capítulo. Nomiya junto de Natsumi (a garota paralítica) foi a uma quadra de Basquete e lá o encontrou, jogando basquete em uma cadeira de rodas.
Togawa era membro da equipe de basquete de cadeira de rodas Tigers, com uma velocidade fora do comum. Nomiya, resolveu desafiá-lo para uma partida rápida. Pôs Natsumi sentada no chão, e mandou Togawa ir para a cadeira de rodas dela, já que ele queria ficar na do seu oponente, que era mais estilosa. No fim, acabou perdendo a partida, mas foi uma experiência proveitosa.
Togawa ficou deficiente após uma um tumor desenvolver-se em sua perna, e para impedi-lo de se espalhar pelo resto do corpo, teve de amputá-la. Isso o deixou frustrado, mas um dia assistiu encontrou os Tigers e então, entrou no time.
Hisanobu Takahachi capitão do time da escola e ex-colega do Nomiya. Fã de basquete desde novo, gostava de jogar com seu pai. Primeiro aluno da turma, popular com todos. Lotado de garotas a sua volta. Gosta de classificar todos em níveis (A à E). Não falarei muito dele, sua história é melhor de se conhecer lendo o mangá.
Real é um mangá diferente. Primeiramente, pela sua arte:
Inoue sempre impressionando na arte.
Segundo, pela complexidade dos personagens.
Yamauichi Hidetoshi.
Esse cara da imagem, tem uma doença que aos poucos foi o destruindo: primeiro ele não podia mais andar, e futuramente ficaria de cama só podendo mover a cabeça e os dedos, até que com 20 anos, morreria.
Mesmo assim, ele continua com pensamentos positivos, sem se deprimir. Ex-membro do Tigers, ele é um dos dois heróis de Togawa.
Terceiro. A Forma que o mangá trabalha com os sentimentos do leitor.
Conforme fui lendo a obra, como diria o Luan Santana, senti uma Explosão de Sentimentos.
Sabe, você consegue sentir-se de forma profunda na trama. Cada personagem e suas histórias, felizes ou tristes. Alegria, tristeza, alívio, surpresa, raiva, pena, euforia...
Cada capítulo consegue te fazer sentir várias coisas, sejam elas seguidas ou simultaneamente.
Sensacional.
O mangá é super fluído, li todos capítulos publicados, em dois dias!
(O mangá atualmente tem 14 volumes e 84 capítulos e encontra-se em hiato faz mais de um ano aparentemente, junto de Vagabond, o trabalho principal de Inoue atualmente).
Conclusão: REAL é um mangá incrível, ele nos mostra que independente do desafio, da dificuldade ou situação, um sonho não é impossível. E mesmo que a vida nos tire o que mais amamos, algo que nunca nos imaginaríamos sem, voltar a sorrir e viver não é coisa de outro mundo.
É pessoal, fico por aqui. Até outro dia...espero que tenham gostado do post!
Comentem, compartilhem nas redes socais, deem aquele +1 para me ajudar.
Muito obrigado por lerem, e, um abraço!
Hoje falarei de algo diferente do tema central de mangás, para dar aquela variada, entende?
Uma banda que gosto bastante, sendo uma de minhas favoritas...
A banda Queen!
A banda surgiu à partir de um projeto antigo de banda, chamada "Smile", formado por Brian May, Roger Taylor e o baixista Tim Staffell. Mas esse grupo acabou e daí Freddie Mercury, John Deacon, Brian May e juntamente de Roger Taylor, em meados de 1970.
A banda tem como gêneros principais o Hard Rock, Rock Progressivo e o Pop Rock.
Membros
Freddie Mercury.
Freddie Mercury, o membro mais conhecido da banda, era o pianista e vocalista, dotado de uma incrível e penetrante voz.
Nascido em Zanzibar, na Ilha de Unguja, atual Tanzânia (na época era colônia inglesa), no dia 5 de Setembro de 1946, ele foi um grande marco na história do Rock, graças aos elementos acima citados, unidos de um carisma especial, tornando-o 'imortal' no mundo do Rock. Seu nome de batismo era Farrokh Bulsara, estudou em uma escola para moços em Bombaim, já sendo grande apreciador da música. Aos 12, montou uma banda escolar, e durante essa época que ganhou a alcunha "Freddie". Apesar de ser apreciado pelos mais velhos devido ao seu talento musical, ele sofreu muito bullying de seus colegas por ter uma personalidade afeminada.
Em 1969, já morando em Londres, iniciou uma banda chamada Ibex, depois passando a chamar-se Wreackage, e passando a integrar-se ao grupo Sour Milk Sea depois.
Em 1970 uniu-se ao grupo Smile, e adotou o sobrenome artístico Mercury, baseado em uma canção de sua infância.
A Rainha usando uma coroa?
Diferente do que muitos pensam, Mercury não é GAY, ele é BISSEXUAL, inclusive, o maior amor de sua vida foi uma mulher, a qual falarei mais para frente. Mercury contraiu AIDS durante um momento de descuido em sua vida, e acabou sucumbindo a uma doença mais para frente, morrendo então no ano 1991, em 24 de novembro. Mesmo sabendo de seu estado, continuou a gravar músicas até suas forças esgotarem-se, pois sabia, que cedo a banda acabaria, sem o vocalista original (e, felizmente, ela continua ativa até os atuais dias! A qualidade não é a mesma, longe disso, mas continuamos a ter uma grande banda - até porque banda não é só vocalista, não!). "Seguindo a enorme comoção da mídia nas últimas duas semanas, eu gostaria de confirmar que fui testado como soropositivo e tenho AIDS. Eu senti que era melhor manter isso privado até agora para proteger a mim e àqueles ao meu redor. No entanto chegou a hora de meus amigos e meus fãs saberem a verdade, e espero que todos se juntem a mim e aos meus médicos na luta contra essa terrível doença. Minha privacidade sempre foi importante para mim e sou famoso por minha falta de entrevistas, por favor, entendam que essa política continuará." Seu funeral ocorreu em Londres três dias depois, assistido por trinta e cinco pessoas, incluindo a família de Freddie, os membros e o empresário do Queen, Mary Austin, Jim Hutton e poucas outras pessoas. O corpo do cantor foi cremado no Cemitério de Kensal Green e suas cinzas foram entregues a Mary Austin, e apenas ela, Jim Hutton, a família do cantor e os membros do Queen sabem onde as cinzas foram depositadas, e nunca revelaram seu paradeiro.
Brian May.
Brian May, é o guitarrista e back-vocal da banda, além de ter atuado como compositor de algumas músicas, incluindo a famosa "We will rock you" e "The Show Must Go On". (Curiosamente, essa primeira é a única música da Banda que não gosto, quando eu era menor, a odiava).
Um dos fundadores da banda, possui grande renome mundial, e suas canções influenciaram muitos.
Como exemplos, temos Eminem, Metallica e Elton John.
Estudou no Imperial College of London Astro-física, interesse de infância.
Um fato legal de se mencionar, é que ele queria uma guitarra aos 16 anos, mas seus pais não tinham condição de comprar uma, porém, o pai que era engenheiro elétrico propôs que fizessem uma juntos, essa veio a se chamar 'Red Special'.
A guitarrinha caseira!
Sobre a Smile vocês já sabem, essa parte pularei.
Ele formou-se em 1969, e chegou a iniciar seu doutorado, mas acabou o largando pois precisava escolher uma de suas grandes paixões a dedicar-se: A música, ou Astro-física.
É legal mencionar que ele publicou alguns livros bem famosos em sua área, entre eles, o título "Bang!".
Após a morte de Freddie Mercury, o guitarrista se lançou em carreira solo com o álbum ‘Back to The Light’ e veio à América Latina para dar início a uma turnê mundial, brindando os cariocas com um show no ‘Imperator’ em novembro de 1992. Essa turnê, que se prolongou durante todo o ano de 1993, rendeu o álbum ‘Live at The Brixton Academy’. Em seguida, Brian reuniu-se a Roger Taylor e John Deacon para terminar o álbum ‘Made in Heaven’, o último trabalho do Queen com Freddie no vocal.
Em outubro de 2002, o Queen foi homenageado com uma estrela no Calçadão da Fama, em Hollywood, juntando-se aos Beatles como uma das poucas bandas não-americanas que ganharam este prêmio.
A canção “We Will Rock You” de Brian foi destacada por ser uma das músicas mais tocadas nos EUA, bem como um hino de esportes para centenas de organizações e equipes de todo os EUA
Em outubro de 2007, concluiu seu Ph.D., tornando se assim o primeiro guitarrista com tal feito.
John Deacon.
John Deacon nasceu no dia 19 de Agosto de 1951, em Leicester, Reino Unido.
Estudou no Chelsea College of Science and Technology; eletrônica.
Quando menor, ele gostava de aparelhos eletrônicos, e daí ganhou uma guitarra plástica de sua mãe.
Aos onze resolveu economizar e comprou uma real. Nessa época, com alguns amigos ingressou em uma banda, como guitarra-base, e mais tarde ficou com o contra-baixo.
Não dando certo, decidiu ir à Londres estudar, até que um amigo avisou de um possível emprego em uma Banda.
Acabou aceita na banda Queen, e assim começou seu trabalho como baixista, o que continua até os dias atuais.
Aliás, foi ele que escreveu "You're My Best Friend", "Spread Your Wings" and "I want to Break Free".
Muito bacana, não? A primeira citada me lembra de um grande amigo, pois quando eu a escutei pela primeira vez, estava fazendo um favor a ele. Haha.
I want to break free...Oh I want to breaak free!
O único membro que faltava citar, ufa!
Roger Taylor.
Nascido no dia 26 de Julho de 1949, em King's Lynn, Inglaterra.
Desde novo, já tinha algum tipo de contato com a música, formou uma banda com colegas, tocava Ukulele.
Estudou Biologia, no London Hospital Medical School.
Foi lá, em Londres, que conheceu os membros do Smile, o pré-Queen, como eu já falei.
Chegou a compor algumas músicas também, entre elas "A Kind of Magic" e "Radio GaGa".
Ele é o tecladista, guitarrista, baterista e entre muitos outros. Basicamente um mestre musical, hehe.
No Queen, sua atuação é de baterista.
Agora que falei um pouco sobre a história e membros da banda, falarei sobre o que mais importa: músicas.
As músicas da banda são muito belas, sua maioria com mensagens espetaculares, e existem sentimentos dos integrantes nelas, já que são compostas (senão todas, a maioria) pelos membros da banda.
A sintonia de voz e instrumento é belíssima, são poucas músicas que me dão tanto gosto de ouvir.
O acervo de músicas é enorme, e muitas delas fizeram um enorme sucesso mundial.
Sabe, nem os Beattles tiveram tanto alcance. Gosto deles, não sou tão especializado em música para dizer qual é o melhor, mas mesmo com nome, eles não batem a popularidade do Queen. Muita gente só ouviu o nome, mas nem ouviu as músicas.
As do Queen, estão sempre tocando, em propagandas, eventos, shows, usadas em covers...
É sério, provavelmente uma pessoa regular que nem gosta de rock já deve ter escutado pelo menos 4 músicas da banda, no mínimo.
Digo isso, pois antes e depois de virar amante do Queen, eu ouço músicas deles direto, na TV, Internet e na rua.
O primeiro álbum.
Bem, o primeiro álbum foi esse daí de cima, nomeado "QUEEN". Não possui nenhuma música excepcionalmente famosa, mas ele é muito bom. Ouvi algumas de suas músicas, inclusive a Liar, ouvi hoje.
Óbvio que não falarei de todos álbuns, apenas de alguns. Gehehe.
É difícil falar que escolhi os melhores, pois no meu caso, vai muito de gosto. Escolhi aqueles com músicas que me inspiram, que gosto de ouvir e me trazem boas lembranças.
Sheer Heart Attack
XI HATTOU ATTAQUI!! Quem entendeu, entendeu...
Sheer Heart Attack é o terceiro; um álbum ótimo, se destacando as músicas "Killer Queen", "Flick Of The Wrist" e "Now I'm here".
São músicas fantásticas.
O quarto disco da banda.
Este é um álbum que eu não tive tempo para apreciar muito, mas ele contém algumas faixas ótimas, entre elas uma das músicas mais famosas da banda: Bohemian Rhapsody.
Bohemian Rhapsody é uma música fantástica, a letra dela tem uma história bacana.
"Is this the real life?
Is this just fantasy?
Caught in a landslide.
No escape from reality.
Open your eyes.
Look up to the skies and see.
I'm just a poor boy,
I need no sympathy."
Ela fala sobre um homem que está dando fim a sua vida, e assim, ele pede "desculpas" a sua mãe e tem seus últimos pensamentos.
Outra fantástica desse álbum é a "Death on Two Legs", um rock progressivo bacaníssimo.
É legal mencionar "I in Love with my Car", pois o vocalista principal é o Roger Taylor, dá um ar diferente, é legal. É Queen, visto de uma nova face.
É aqui que fica a "You're my Best Friend", que falei anteriormente.
The Prophets Song é interessante, tem um trabalho vocal e instrumental diferentes do que eu vejo usualmente na banda.
Bem, não dá para falar de toas músicas, encerrarei com outra bem famosa também; Love of My Life.
Essa música é muito interessante, ela foi inspirada em uma mulher a qual Mercury amou mais do que qualquer pessoa, o amor da vida dele.
O nome da moça é Mary Austin, e os dois tiveram um longo relacionamento, mas que não deu certo, porém terminou em uma longa amizade.
O namoro terminou após Mercury contar-lhe que era bissexual,
Em seu testamento, Freddie deixou para ela sua mansão em Londres, assim como a detenção de todos os direitos autorais de sua discografia, o que continua a render a Mary milhões de libras todos os anos. A moça ainda vive com sua família na casa de Freddie.
News of The World, by QUEEN.
Esse é o sexto, possivelmente o álbum mais conhecido da banda, contendo faixas famosíssimas.
"We Will Rock You", "We Are the Champions", "Sheer Heart Attack" e "Spread Your Wings" entre elas.
Não falarei de We Will Rock You, particularmente, não faz meu gosto.
We Are the Champions é fantástica, uma música alegre e com teor positivo.
Essa música pode alegrar qualquer um, a qualquer momento. Inclusive, uma pesquisa afirma que esta é a música mais alegre existente, haha. É uma música contagiante.
Sheer Heart Attack é bem bacana, diferente, acelerada.
Spread Your Wings é bacana também, mas não a ouço com frequência.
The Game, o oitavo álbum.
Esse álbum é ótimo, com várias músicas bacanas, bem divertidas.
As que mais ouvi foram Play the Game e Another One Bites the Dust.
Another One Bites the Dust é fantástica, muito boa. Teve uma época que eu a ouvia sem parar, seguida de Killer Queen. (Parece coisa de fã de JoJo, mas nem era. Ou era?).
Décimo quarto álbum da banda.
Serei sincero, eu só ouvi a música que tem o mesmo título do álbum, Innuendo.
É fantástica, mesmo não tendo ouvido o álbum em si, eu precisava passar o nome dela.
Ouçam, é algo diferente das músicas em geral.
Entra no meu TOP 5.
Ok, agora falemos de meu álbum favorito, o último de estúdio da banda...
Made In Heaven!
Esse álbum é tudo o que eu falei da banda em um só...
É magnífico, não tenho palavras precisas para explicá-lo.
As músicas são belíssimas.
A minha música favorita é a de mesmo nome do álbum, Made In Heaven.
Antes falarei da história dele.
Esse álbum foi lançado após a morte do vocalista original da banda, mas com faixas previamente gravadas. Os membros da banda reuniram-as, fazendo uma compilação bacana.
Algumas eram músicas ainda não lançadas, outras versões retrabalhadas de músicas do Mercury, como a própria Made In Heaven, que era do álbum solo do cantor, chamado "Mr. Bad Guy".
E foi um ótimo trabalho, não há nem comparação entre as duas versões.
A letra é belíssima, somada ao trabalho do guitarrista Brian May, baixista John Deacon e o baterista Roger Taylor...
Admito que de início eu estranhava o álbum, mas depois de aprecia-lo corretamente, tudo mudou.
Na verdade, pela primeira vez eu só escutei por causa de Jojo's (algo que falarei rapidamente à frente).
Eu poderia ficar falando muito do álbum, mas acho que deixarei isso para outro dia...
Após a morte do vocalista, a banda teve dois projetos grandes para continuar viva.
QUEEN+Paul Rodgers
Esse "supergrupo" foi formado pelo vocalista Paul Rodgers unido ao May e Taylor em meados de 2004.
John Deacon aposentou-se em 1990, e tornou-se um recluso social, por vários motivos. (Entre eles uma depressão após a morte de Freddie Mercury).
Eles chegaram a gravar alguma coisa e apresentaram shows, mas infelizmente, não caíram muito bem no gosto da crítica.
Sinceramente, na minha opinião, o Paul Rodgers combina muito bem com o QUEEN, que é uma banda de rock. A voz dele é bem diferente (me lembra um pouco o Taylor), muita gente não gosta pois não é o Queen clássico.
Mas ao menos, não parece um cover.
Eu curti a voz dele, acho que as pessoas que pensam o contrário (em sua maioria) só ouviram as músicas com pouco vocal dos outros membros, principalmente do Roger Taylor que canta muito!
Creio que o maior problema dele, além de não alcançar notas altas, ser mais de notas graves, foi a falta de carisma.
Ao fim de 2009, quando encerrou-se esse grupo nasceu outro:
Queen+Adam Lambert.
Então uniram-se com Adam Lambert, e até hoje tocam, inclusive tocaram no ROCK IN RIO 2015.
Serei direto: Não curto o Adam. A voz é boa, mas é POP demais. Em termos técnicos, ele é "Melhor" que o Mercury, por alcançar notas mais altas, mas eu não curto, parece um cover profissional puxado para um estilo alternativo, tipo "music x versão metal".
Talvez me crucifiquem por isso, mas sabe, é só minha opinião. Ele é bom, só prefiro o Paul Rodgers.
E na verdade, nem ele me satisfaz tanto. A banda foi dobrada pela metade, igual um papel.
Perderam dois membros de peso, o incrível baixista e vocalista. A diferença é perceptível.
Bem, antes de encerrar esse tópico, recomendo que procurem "Queen Extravaganza/Marc Martel".
Ele sim merecia ser vocalista de um novo super grupo, o cara faz cover e canta melhor que o Adam...(Parei, é só opinião!!)
Agora vamos ao tópico final.
"Pô, Arthur, chega, né?"
Calma, calma. Tem uma coisinha legal. Essa é para os fãs de um certo mangá bizarro....
É, estou falando de JoJo.
Nos meus posts de JoJo cheguei a falar um pouco sobre...
Jojo é uma obra que incorpora muitas referências da cultura POP geral, e claro, não poderiam faltar referências ao Queen.
Citarei as principais:
Se você não gosta de Jojo, só scrolla para o final do post.
CONTÉM SPOILERS DE JOJO DA PARTE 4 E 6, SE NÃO OS QUER, PULE ATÉ ONDE APARECER "FIM DOS SPOILERS"!
KIRA KUIN!
O stand Killer Queen, do antagonista principal de Diamond Is Unbreakable, foi nomeado em homenagem a música "Killer Queen".
Mas dentro dele, existem duas outras homenagens:
XI HATTOU ATTAKU
Já a bomba secundária, por sua vez, referencia o álbum/música Sheer Heart Attack, partilhando o mesmo nome.
BAIT ZA DUSTO!
Já a terciária, o Bites the Dust, referência a música "Another One Bites the Dust".
Agora, na parte 6...
Made In Heaven!
A forma final do Stand de Pucci, Made In Heaven, ao alcançar o "Heaven". Não é exatamente uma forma, é um outro stand, nascido à partir do WhiteSnake e o processo para alcançar os Céus.
Ele é uma referência ao álbum/música Made In Heaven.
Seu nome na edição da revista era Stairway to Heaven. Crê-se que a mudança de nome seja relacionada ao fato de a letra da música da banda Queen ser mais compatível com o stand.
FIM DOS SPOILERS FIM DOS SPOILERS
Menção Honrosa
Bem, falei de muita coisa, mas não posso deixar de mencionar "Under Pressure", a minha segunda música favorita da banda.
Ela é incrível como Made In Heaven, temos dois grandes vocalistas nela.
Mercury e David Bowie! (Killer Queen com Kira!)
Bem, deixarei o vídeo aqui, espero que confiram!
Curiosidade: A batidinha da música, da bateria, foi reaproveitada no hit do Rapper Americano "Vanilla Ice", em Ice Ice Baby. <Mais uma referência usada em JoJo!>
E, é isso, galera! Espero que tenham gostado do post.
Compartilhem com amigos, colegas, família...comentem!
Até mais!
P.S.: Tenho prometidos alguns posts...análise FE13, Zelda ALBW, JoJo Parte 4 (Sinopse do anime), JoJo parte 5 (análise do mangá)...E aqui vem mais um: A próxima banda que falarei será "In Extremo", uma de Folk Metal, lá da Alemanha, recomendada a mim por um amigo.
Não prometo data de nenhum desses. E é isso, um abraço!
Como prometido, aqui está a continuação da publicação anterior!
*Spoilers medianamente-leves, nada que atrapalhe muito a leitura*
A Nave ANNEX-1.
Exatos 20 anos após a última expedição, uma nova é criada, a ANNEX-1.
Antes de tudo, esqueci de citar uma coisa. Por que alguém se inscreveria em um projeto desses, tão arriscado? Bem, todos que participaram da expedição BUGS-1, BUGS-2 e ANNEX-1 estavam com grande necessidade de dinheiro, seja por dívidas, falência, terem cometido um crime, ajudar alguém em um hospital...por aí vai.
Podemos dizer que são pessoas com vidas horríveis,
Voltando ao tópico principal, a ANNEX-1 é um novo projeto objetificando ir a´te Marte, com foco principal em coletar amostras de Baratas (vivas ou mortas) para criar uma vacina, pois um vírus chamado "Vírus A.E.", através de um estudo descobriu-se uma origem extra-terrestre nele, e que teria provavelmente vindo com o retorno dos integrantes da BUGS-II.
Dessa vez, o grupo conta com 100 membros, contra os 13 e 6 das missões anteriores.
Obviamente o preparo é maior, todos conhecem a situação, muitos membros, equipamentos, procedimentos e treinamento para sobreviverem.
Vamos lá, haviam-se dois planos, começarei falando do primeiro:
No Plano Alpha (que só durou o finalzinho do volume 2), a nave seria equipada com materiais para a pesquisa de vírus. Após o desembarque, ela atuaria como uma base de operações enquanto a tripulação estudaria o vírus. Os poderosos oficiais e aqueles com um Rank alto no MARS Rank* iria estabelecer uma linha de frente, enquanto os membros de menor rank em recolheriam o vírus e trabalhariam dentro do nave. Uma vez adquiridas amostras suficientes do vírus, a missão estaria concluída.
MARS Rank = Um rank que vai de 1 à 100, numerando por potencial básico em ordem decrescente cada integrante do MARS Rank.
Potencial básico, pois a pessoa de número #100 é a que possui mais capacidades, mas se for para olhar por esse lado, seria uma bagunça.
Uma amostra do MARS Rank.
Esse plano, como já era de se esperar, não deu certo. Havia uma amostra de barata dentro da nave e elas acabaram conseguindo fugir, atacando os tripulantes.
´
Resolveram então voltar à Terra, mas para isso, teriam de fazer uma espécie de 'pouso forçado' em Marte.
E foi um pouso, contando com surpresas:
Bem-vindos!
Além disso, o procedimento passa a ser outro, o Procedimento Mosaico. Agora não apenas insetos são usadas com o base, e sim qualquer organismo vivo, de míseras bactérias a grandes animais.
Sendo sincero, de início, eu não gostei deste Procedimento, mas com o tempo passei a gostar bastante dele, já que as possibilidades do mangá multiplicaram-se.
Direto ao ponto, vamos ao Plano Delta.
Com a eventual perda da nave, os 100 membros inicias (na verdade nem eram mais 100, já que alguns morreram ainda na nave) dividiram-se em 6 grupos, partindo em direções diferentes para então tentarem se encontrar onde a nave poderia estar.
Cada grupo representa uma nação/grupo de nações.
Enfim, então passamos a ter a história daqui para frente e até uma boa quantidade de volumes, focada em ao mesmo tempo que coletam amostras de baratas, sobreviver e retornar à Terra.
Agora que já falei sobre um pouco sobre o enredo, falarei de forma mais geral sobre o mangá.
Terra Formars é um mangá realmente fantástico, existem várias coisas que me chamam atenção nele, tentarei falar um pouco sobre os principais.
Fluidez
Não acho que muitos concordarão comigo nisso, mas Terra Formars é um mangá bem fluído, ao ler um capítulo, já vou direito ao próximo. Isso, que é o mangá (na edição física, online eu costumo ler mais rapidamente já que não dou atenção grande aos detalhes) mais demorado para eu ler (cerca de 1-2 horas hehe).
A história corre direitinho, não há enrolações. É um mangá perfeito para criar um hype, ainda mais se você o compra por volume, mensalmente/bimestralmente.
Esse arco da ANNEX-1, diferente do anterior (BUGS-2), durou dos volumes 2 ao 17.
Compreender as baratas e a evolução delas e também dos personagens.
Todo o mistério de Marte sendo solucionado...
Fora aqueles momentos que nós pensamos "Nossa, eu não imaginei isso" ou "Caramba, eu pensei nisso, mas não sabia que seria possível acontecer!".
Inclusive...falarei sobre isso mais para frente aqui!
Capa do volume 6.
Desenvolvimento de Personagens
Basicamente todos personagens que apareceram tinham um personalidade sólida, ao pelo menos desenvolveram-se com o tempo.
Alguns, apareceram bem rapidamente, mas só assim já conquistaram muitos fãs.
Adolf Reinhard.
O personagem desta imagem acima, Adolf Reinhard, é um grande exemplo de personagem que apareceu rapidamente, mas com cenas épicas.
Bem, na verdade ele começou a aparecer no volume 2, mas só teve espaço para falas e ações no volume 4-5.
É um dos meus personagens favoritos, o embate dele foi fantástico, e teve um forte impacto indiretamente no mangá futuramente.
O backstory dele é ótimo, não vejo a hora de ler seu gaiden.
Exército de Baratas usando armas primitivas.
Outro personagem que eu gostaria de citar nesse tópico é o Shokichi Komachi. Isso mesmo, lá da BUGS-2!
Após o incidente de sua expedição anterior, ele amadureceu bastante e continuou trabalhando na U-NASA, e subiu de patente, até se tornar um comandante.
Ele não é mais o protagonista, agora sendo substituído pelo Akari Hizamaru, mas ainda assim, é importante.
Shokichi indo visitar o túmulo de um antigo companheiro da BUGS-2.
Tudo bem que isso nada mais era que obrigação dele, já que o cara está com 42 anos nas costas.
Creio que principalmente pelo fato de ele ser um comandante (o que implica que ele é/será usado em cenas-chave), suas aparições são poucas, mas sempre fantásticas.
Curiosamente, mesmo o Shokichi sendo de um procedimento anterior com menos possibilidades, ele ocupa o RANK #3 no MARS RANK, empatado com Asimov.
A habilidade dele é realmente espetacular. Hehe.
Backstory
Apesar de entrar no tópico anterior, preferi dividir.
Todos personagens costumam ter um backstory muito bacana, para se ter noção, um personagem secundário teve quase um capítulo inteiro de backstory só para introduzi-lo.
Ele nem lutador era, só um suporte que ganhou um destaque, mas com certeza nem ganhará muito foco à frente, mas mesmo assim, é um personagem completo, e não algo criado pela metade.
Wolf Redfield.
Keiji Onizuka é outro dos personagens que tenho um "carinho especial". Passei a gostar dele logo após terminar seu flashback, é incrível.
-Cliquem para ampliá-las-
Ele tem uma historinha interessante, que nos mostra um personagem humilde, mas muito forte.
Ver sua experiência, modo de viver, o motivo de ter ingressado na ANNEX-1, é muito bacana.
Eu gosto muito de ver suas atuações em combates contra as baratas, os movimentos do boxe, o raciocínio...Todos esses elementos combinados com a Lagosta-Boxeadora, sua base cirúrgica.
Tem uma luta que é basicamente um Ringue de Boxe, a barata e Kenji estavam concentradíssimos, até porque cada movimento necessitava do tempo certo, um deslize, e 'tchau'.
Obviamente existem vários outros personagens com um bom desenvolvimento, mas se eu for comentar nem que seja 1/3 deles, o post ficará monótono.
Michel. K. Davis, a grande comandante!
Por último, o quarto tópico:
Fator Surpresa
Talvez, se perguntando está...Como assim Fator Surpesa?
Terra Formars é um mangá que te surpreende muito.
Como eu disse ali em cima, coisas que não esperávamos acontecem, e são surpreendentes!
Algo que eu já disse no post anterior, são as morte. Elas podem acontecer a qualquer momento, sem previsão, com qualquer pessoa.
JOOJ
A questão das mortes não têm necessidade de se falar tanto, prosseguirei.
Bem, algo que me surpreende muito, é como as habilidades das bases cirúrgicas são bem usadas, sempre escolhidas com algum objetivo bacana.
A sinergia é ótima, quando eles falam que a base cirúrgica precisa ser compatível, eles estão sendo sérios. O Kenji que eu falei, é um exemplo. Ele luta Boxe, e ficou com a Lagosta-Boxeadora.
Essa é bem óbvias, mas geralmente é necessário ver as habilidades em ação para entender melhor.
Como exemplo, cito a do Marcos.
O Marcos tem como base cirúrgica a aranha-caçadora, dando-lhe grande força e velocidade acima das barata, impedindo-as de contra-atacar.
Marcos é um jogador de basebol, e combinando suas habilidades do esporte com as da Aranha-caçadora, ele consegue realizar movimentos ultra-rápidos e letais, que já o garantiram estratégias bacanas.
Strike!!
Bem, tem uma parte deste arco em que uma espécie de "treta interna" ocorre, e isso gera consequências pesadas.
Bases cirúrgicas de todos os tipos.
As reviravoltas do mangá chamam muita atenção também, a forma que certos fatos de capítulos bem antigos refletem em capítulos recentes...
Eva que nos diga!
Bem pessoal, fico por aqui.
Admitirei que o post não ficou bom como eu esperava, mas espero que tenham gostado.
Asimov brincando com os Terraformers.
Espero trazer mais umas duas publicações até o final da semana, agora podem contar que trarei posts frequentemente!
Valeu, e um abraço no coração de vocês!
P.S.: Não se esqueçam do feedback nos comentários...!